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set 16

XII Semana Espírita de Diadema – Caridade não é Assistencialismo.

Heloisa Pires com fluência admirável presenteou-nos nesta noite com o Tema Caridade ou Assistencialismo, lembrando Paulo de Tarso que diferencia Caridade de Assistencialismo em sua primeira carta aos Corintios no capítulo XIII, versículo 3, quando esclarece:
“E ainda que distribuisse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade nada disso me aproveitaria.”
Heloisa Pires ressalta que só existe compreensão quando há transformação de comportamento, Paulo de Tarso compreendeu a caridade em sua plenitude, transformando-se no apóstolo dos gentios, levando a boa nova não somente ao povo judeu mas sim a toda a humanidade. A caridade vai muito além do assistencialismo, ela vem no sentido do despertamento do necessitado para a superação dos desafios que se apresentam em sua vida.Realizando apenas o assistencialismo é manter o assistido em um insulamento, praticando a caridade é fazê-lo despertar e induzi-lo ao desafio de conquistar a felicidade através de seu próprio esforço, dando-lhe as condições para sua reerguida.
Para a palestrante, Jesus foi o maior indutor ao trabalho, não passou pela Terra distribuindo esmolas e mantendo os indivíduos adormecidos. Segundo Heloísa, o Espiritismo trabalha o indivíduo universal, assistindo-o em suas necessidades imediatas mas promovendo-o em sujeito de seu destino e construtor de sua vida, a caridade espírita é um despertar de conciências, somos indivíduos com potencialidades que se desenvolvem com desafios. O assistencialismo impede a possibilidade da escolha, a caridade promove o indivíduo e o desperta para a vida.
Heloisa Pires nos remete à reflexão de que somos os trabalhadores da última hora, os últimos convidados do festim de bodas, nossa tarefa está viceralmente vinculada à Educação como instrumento insubstituível para o aprimoramento do planeta Terra e de sua população humana.

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