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maio 02

(sem título)

Uma flor que canta com Jeito de Mato

Uma flor que canta
e minh’alma se levanta
e vai em direção ao teu mar.

Uma flor que encanta
de uma voz feito mantra
e de um divino olhar.

Há uma estrada
que me leva a sonhar…
há um tempo a se viver cantando
em uma nova vida gestando
com flores e cheiro de mato
com divino e fino trato
de poemas, de poesias
de mil flores e mil fantasias

aos teu cabelos enfeitar.

De sereno e de pleno dia,
de manhãs e de maçãs,
flores e hortelãs,
de noitinha que se principia.

Há uma estrada de pedras,
toda linda e caprichosa
de poema e de canção,
dessa pedra rara  e preciosa,
que é teu enorme coração.

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