«

»

jun 16

A felicidade é logo alí.

Prisioneiros das convenções sociais, conceitos e pré conceitos, somos todos, fomos condicionados a isso. Nossa sociedade machista, erigida sob os dogmas ocidentais em que a família se mantém sob a coerção do macho alfa, desaba de pouco em pouco. Novos paradigmas surgem aqui e alí, o papel destinado às mulheres vai lentamente sendo superado à custa de sacrifícios sem fim. O trabalho como fonte de renda e como necessidade de auto realização vai propiciando às mulheres as condições para uma alforria tardia. Os usos e costumes vão se transformando em nosso planeta, uns diriam que vivemos momentos de lascívia e de perdição, outros dirão que sentimos lufadas de democracia onde a família velha dá aos poucos lugar a um novo tipo de família, baseada no diálogo, na divisão do trabalho doméstico e na afetividade.

Eu diria que vivemos momentos de transição entre um mundo velho e patriarcalista, para um mundo novo, baseado na necessidade cada vez maior do diálogo e da inclusão, da tolerância e da democracia, do respeito ao próximo e do fazermos juntos.

Romper velhos conceitos é sempre difícil, reconstruir uma sociedade a partir de nós mesmos também o é. Para aqueles que ficam na dúvida eu digo que a felicidade é logo alí.

Deixe uma resposta