Arquivo por mês: agosto 2011

ago 25

Com Viver.

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Convite conviva conforte, com simplicidade e com toda sorte. Conviva, contraste, arraste todos aqueles a quem simpatizaste. Conflite, comova, convoque os que te cercam de sul a norte. Congele, coopere, comece, conviva, coincida, conquiste, contriste, conspire, construa, castelos e dragões no céu da lua. Comigo e contigo colido, em estranhas formas de saudade e libido.

ago 24

De toda a saudade sentida.

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De toda saudade sentida, esta é a que mais dói esta é a de hoje e de agora, e que por dentro e por fora, a que mais me corrói. É a saudade de tudo, do teu olhar desnudo do teu falar encantador, é a saudade de meu amor.

ago 23

Caminhos

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Os caminhos que fazemos nos levam sempre a nós mesmos, assim nossos caminhos tecemos, querendo sempre por fim chegar, estamos sempre a recomeçar. Nosso ponto de partida de forma variada e sortida é sempre o dentro de nós. Nosso ponto de chegada, o final de nossa única estrada, é o eu sem fim incompleto e inacabado …

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ago 23

A chuva que não vi.

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A chuva que não vi, o orvalho que não senti, o vento do qual me escondi. De nada me valeram em nada me conheceram e a nada me prendi. A chuva não molhou, o orvalho não brilhou, o vento não ventou. Uma nova manhã me visita, que a chuva o orvalho e o vento caiam sobre …

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ago 23

Novos ventos

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E os novos ventos de novos alentos se espraiam nas campinas das moças e das meninas dos campos e nas cidades dos velhos novos de todas as idades e toda ida e toda vida for preservada quando os galos cantarem quando as lágrimas secarem um novo tempo será então, vidas secas redivivas jamais esquecidas de …

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ago 22

Mãos de nuvens.

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No diálogo as idéias podem suscitar ou mesmo ressuscitar aquela utopia que nos fazia querer mover montanhas e mares no início de nossa jornada poética, quando ainda os nossos sonhos eram de dia e habitavam os nossos olhares e plasmavam-se em nossos falares. Falávamos o que falávamos e ouvíamos o que ouvíamos. O tempo e o vento …

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ago 21

Escuta que eu te escuto.

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É domingo, já pelas sete da manhã o celular nos acorda para o início do curso, aqui o celular somente serve como despertador e como máquina fotográfica, a telefonia móvel ainda não se moveu para cá. Chegado à ampla sala nos olhamos e logo percebemos que eramos quase todos estranhos. Caras novas de vários locais …

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ago 14

Por dentro

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Cada vez que te escrevo escrevo como se fosse a última e a primeira vez, perco-me em rascunhos em traços e lapsos relapsos de quem escreve para uma vida que um dia há de terminar… Tudo que sinto veneno e absinto com que brindamos um dia o nosso amor. Claro que o sol há de …

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ago 10

Ser natureza

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A lua quando brilha e vai pelo céu subindo é como médium divina que a luz do sol vai refletindo O orvalho da madrugada que refresca o solo quente é bênção inesperada que umedece serenamente. Os pássaros gorjeadores cantando sempre ao léu sublimes médiuns cantores trazendo a música do céu. O rio que corta o continente …

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ago 10

Pelo tempo

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Caminho pelo tempo agarrado à tua lembrança… feito pequena perdida criança esquecida de quem e de onde é. Nas areias perdidas do tempo caminho, encontro em cada pousada,  espinhos, quero que o tempo cesse e se aquiete que pare, que não atrapalhe eu alcançar você… E ele o tempo, impávido, invencível, cruel, sequer me deixa respirar, faz-me …

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