Arquivo por mês: outubro 2011

out 19

No chão molhado da rua…

caida na chuva

No chão molhado da rua, tu prostrada e quase nua, em difíceis momentos de solidão. Teu peito arfava sofrendo, o coração por entre espinhos batendo, e em cada solitário momento, pairava um quase lamento, de teus olhos marejados, quase da luz apagados, em vez de abertos fechados…  

out 18

Sem rimas

Me pedes que sem rima eu faça o meu versar, como se nesta noite fria, a minha poesia pudesse congelar, solto os versos reversos, em dilemas e fonemas de quem não pode olvidar, os tempos idos de amores perdidos e de amores a desabrochar.

out 18

Seu lugar

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 Seu lugar está lá, vazio como meu coração está. Caminho de volta, em inúteis revoltas, de quem não tem com quem voltar… Seu lugar vazio, como leito de rio, que se esvaiu sem chegar no mar… Seu lugar aqui está, num coração vazio, de amor vadio, esperando você voltar.

out 18

Flores de amores

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Dores de amores, de vivas flores e divinas cores, todas tão sentidas, dores tão doídas, de doidas noites de amores. Cores vivas, de mortas noites, todas mal dormidas, descoloridas, na saudade de teus amores. Óh dores de amores, sangras em vivas cores, solitárias de beija-flores. E assim por onde fores, levarás contigo, o doce e divino castigo, …

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out 17

Quantas estrelas vão se apagar?

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O vinho, o linho,  o fogo, o jogo, e a luz do teu olhar.. quantas estrelas ainda irão se apagar, para que vejas o meu amor? Quantos versos, perdidos e perplexos, irão aos poucos desbotar? E em noites tardias, de vento e fantasia, em vão irei poetizar? E quantas vezes mais, que ninguém irá cantar, …

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out 17

Qual o caminho?

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E qual o caminho doce Lucília? Que me leva aos meus medos, erros e quase nenhum acertos? Qual o caminho que caminhar devo? A inspiração e sempre transpiração, faz-me ver se devo mesmo crer, o que jamais fui e jamais deixei de ser… Qual caminho doce deixarei de descrever? E sendo doce, e se talvez não fosse, jamais …

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out 12

Doce é olhar, o teu olhar.

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Doce é olhar o doce do teu olhar, e como é doce este teu olhar, tudo em torno fica rosa, fica prosa, e rica fantasia, doce é teu olhar que torna doce minha poesia. E doce fica teu falar, o doce encanto do teu cantar, e quanto mais eu fico a te escutar, mais doce vai ficando o teu olhar.  

out 12

Arquétipos

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Arquétipo, projeção, dó em mi, ré em si, sol e ilusão, das óticas e nas órbitas de meu coração. Tudo em mim é de ti a imitação, os passos na estrada, o orvalho na madrugada, o raio de luz, que aos teus olhos conduz, sendo apenas refração. Teus modêlos, teus cabelos os quais anseio ter-te e ao …

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out 08

Diáspora

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Caminho rumo ao desconhecido, lá onde não sei o que há, onde ainda não cheguei. Caminho por caminhos onde jamais andei. Não vejo o sol, não vejo a lua, vejo estrelas no chão no meio da rua, cada estrela se apagando, em gotas de orvalho, que vão secando. Em cada canto o desencanto, de quem ainda não …

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out 08

O espinho e o amigo.

O espinho e o amigo, no âmago e no abrigo, deixar-te eu não consigo, caminhos e tropeços divinos adereços de quem jamais se pintou. E do sonho o que restou? Lembranças esquecidas de pinturas esmaecidas de quem nunca retornou. Passos na estrada mal andada e mal trilhada só os caminhos do meu coração levam-me a ti.

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