«

»

out 17

Qual o caminho?

E qual o caminho doce Lucília?

Que me leva aos meus medos, erros e quase nenhum acertos?

Qual o caminho que caminhar devo?

A inspiração e sempre transpiração,

faz-me ver se devo mesmo crer,

o que jamais fui e jamais deixei de ser…

Qual caminho doce deixarei de descrever?

E sendo doce, e se talvez não fosse,

jamais poderia assim escrever…

Mas como doce, como carambola,

como se saísse hoje da escola,

guaraná e gelada coca cola.

Por dentro e por fora,

e mesmo se azedo fosse,

ainda assim seria doce,

poder fazer poesia,

para Lucília simpatia,

em doces versos e reversos doces,

de musse de uva,

sol e sempre chuva,

de carambolas em finas fatias.

 

Deixe uma resposta