Arquivo por mês: dezembro 2011

dez 30

Ano novo

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Amanhã o ano se finda, com ele sonhos e desilusões se vão, depois de amanhã outros sonhos nascerão. Como em toda manhã, nascem com o sol novas esperanças, seremos novamente eternas crianças, caminharemos na aurora de um novo ano, como quem tateia na bruma em busca da luz, passos e repassos de versos e reversos, seremos …

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dez 29

Em cada borrão de tinta…

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Em cada borrão de tinta, em cada tonalidade de cor, em cada rabisco de rima em cada verso opressor, descreverei de forma intensa, toda minha recompensa, em viver o teu amor. De cada página vencida, em cada página sofrida, de vidas e reversos em dor, de cada rima perdida, em complexos versos de amor.    

dez 29

Taí

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 Transbordas nas próprias limitações, como quem em si transporta, não um, mas diversos corações… coração de mãe, de menina, de pai e de mulher, de uma específica e de uma qualquer, da que sorri e da que chora, muito mais por dentro do que por fora. Por dentro às vezes mil tormentos, por hora… desejos de Pandora.     …

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dez 26

O sentimento é Saudade

saudade

Sentido de falta com esperança, uma presença do que se ausenta, não sendo somente lembrança, é pedaço faltante, daqui distante, é buraco na alma, dor no coração, é lamento que deságua, no moinho da solidão.

dez 26

A palavra é: SAUDADE

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Saudade – s.f. Sentimento misto de tristeza e de esperança causado pela ausência de uma pessoa, de um país dos quais se está distante, privado, mas com a esperança de ainda revê-los. Latim solitatem, com a forma arcaica e clássica soidade, soydade, passando depois a saudade sob a influência de saudar. Saudade – s.f. nome …

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dez 23

Depois da chuva

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Chovia enquanto nosso amor morria, ele, o nosso amor, sem o abrigo do afeto, tornou-se um deserto, onde as flores murchas da paixão, jaziam ressequidas e mortas pelo chão. Tudo depois da chuva virou pó e solidão.    

dez 23

Fulana sem nome e sem fome de mim.

cabelos molhados

Quando eu penso em você, tudo é poesia, maresia de um mar de alabastro, em que não me basto, em tentar te compreender, tentando não me lembrar, de tentar te esquecer, quando nada mais resta, lembro que você não presta, que você é mundana, fulana sem nome, e sem nenhuma fome, de mim. Quando eu penso em …

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dez 23

Tolo poema

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Na luz do teu olhar, vejo estrelas e sóis, vejo rouxinóis, vejo o reflexo, e perplexo, percebo o enredo em que me enredo.. Vejo em mim o que busco em ti, vejo sem sentir o que sempre busquei e que perdi. Na luz do teu olhar, vejo meu poema se afogar, e ao tentar se …

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dez 21

Nossa última primavera.

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Em nossa última primavera, na última dor, na última flor, de nosso último amor. De tanto tempo, em tanto lamento, em tanta espera, que nada mais floriu, em nossa última primavera.  

dez 20

Semeavas e me amavas.

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Semeavas no ar poesia, semeando sonho e fantasia, semeavas que me amavas, e me atirava em teus braços, semeando os meus fracassos, dos amores perdidos, em desamores esquecidos, de semeaduras vãs, de saudades malsãs, de noites esquecidas, e muito mal dormidas, dos sonhos meus que semeavas, semeando que me amavas, mas semeavas somente ilusão e …

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