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set 20

Sonho

E quando nos soltamos

e quando nossas amarras rompem-se nas novas madrugadas,

e podemos ressentir nossos anseios,

e ter todo dia novos e graciosos anseios…

Vendo o mundo às avessas,

servindo velhos sonhos em novas travessas,

de prata, aço e madeira,

como quem deixa-se descer em nova ribanceira,

e vendo o mundo assim,

tão dentro de ti e tão fora de mim…

Deixar-me sonhar,

como se eu também fosse sonho,

e assim você dormindo em mim,

sonharia eu.

 

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