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nov 20

Tão tarde

Agora tão tarde,

para qualquer teu alarde,

que queira me despertar…

Nada mais tens

que me atem

e nada mais para me acordar.

Caminhos sem sentidos

nem idos nem benvindos

maltrapilhos e bandidos

vendidos e banidos.

Vivo no sonho

morto na terra

e o que virá,

o que nos espera?

 

 

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