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dez 15

Como bolhas no ar

Como bolhas no ar,

nossos sonhos se foram,

flutuaram ao sabor da brisa,

e quando colidiram com o concreto se desfizeram.

Como um sonho ou uma bolha de sabão,

sonhos chegam e sonhos se vão,

sempre ao sabor do vento

dos lamentos

e da solidão,

flutuam em mim

os sonhos teus

de meu amor ateu

como quem nunca creu,

e nunca ao amor se deu,

e não se dando ao amor,

ao sabor do vento se perdeu,

como bolha de sabão,

que sempre foi,

e que não sobreviveu.

 

 

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