Arquivo por mês: Janeiro de 2013

jan 21

A trilha da minha vida.

Ouço músicas no youtube, antigamente era no rádio mesmo, era só sintonizar aquela rádio preferida e ouvir as canções do Roberto e da jovem guarda, a Bossa Nova e o Elvis, a Elizete Cardoso e outras tantas vozes hoje santas cantando no céu, era só sintonizar a rádio preferida. O pessoal da rádio tinha todo …

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jan 21

Janeiros

Janeiro molhado lábios selados olhar perdido vento soprado em cada zumbido um pedido esperado em cada momento vivido um momento enterrado em cada esperança uma trança de cabelos molhados um sentido um estampido uma bala perdida uma cara ferida e uma casta vencida.

jan 10

A mala

Dissequei meu coração, e ele tal qual uma mala vazia jazia rente ao chão, da última poesia da última estação. A mala repleta de vazio, facilmente se fechou, não mais se abriu, e nem viu a primavera que floriu. A mala no chão da última estação, vazia e trancada em si, em silêncio se continha, …

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jan 10

Retiro

Retiro resisto registro reflito repito. Reato, retrato relato reparto. Repenso, retenho, releio, refreio.

jan 10

Vastidão

Caminho pela vastidão de mim, nela nada encontro a não ser o eu a quem ainda persigo. Na vastidão do eu sem fim caminho pisando sobre mim, e sobre os sonhos de ontem, os de amanhã ainda não foram sonhados, os de hoje todos abortados, pela repentina insônia. A vastidão assola-me, consola-me, devora-me. A vastidão …

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jan 10

Vento a favor

Vento a favor em favor de quem de dentro, se arremessa adiante nos braços tênues do vento, vento em rimas de dor e de lamento com as rimas da brisa que sopram saudade a dentro. Como pipas nos céus em quase todo o firmamento, vento em velas e vapores em mil odores de mil flores …

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jan 06

Gamela

O pensamento prima pela expressa reflexão, o coração no peito porém só quer mesmo a paixão… É a paixão que o movimenta que o atiça e que o sustenta, a paixão por mais que doa, é substância imperiosa, que faz um coração a toa, tornar-se chaga deliciosa. A paixão peito a dentro, torna tudo em …

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jan 02

De volta ao castelo

Volto ao bastião da minha dor, dele um dia saído, hoje devolvido, por vontade de minha solidão. Volto ao castelo do meu desterro, do meu antipenúltimo paradeiro, da minha pena e da última poesia, da minha inútil fanfarra e fantasia, de pai padrasto e patrão, de vil herói e bonzinho vilão, volto assim ao castelo …

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jan 02

Do teu prefácio ao teu epílogo.

Primeiro olho-te atentamente, quero te conhecer melhor, senti-me atraído por ti, me aproximo hesitante, acabo colocando finalmente minhas mãos em ti. Neste momento inicial sinto o teu fino toque e lentamente e com todo cuidado começo a te investigar, primeiramente começo por tuas orelhas, olho-as atentamente, satisfeito com o que vejo sinto que não mais …

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jan 02

Mizaru Kikazaru Iwazaru

Não fale o mal, guarde teu silêncio, guarde o teu segredo no fundo do teu coração. Não veja o mal, não viole o teu olhar ao olhar somente a escuridão. Não ouça o mal, não dê ouvidos ao desastre da maldição, guarde tua alma no fundo do meu coração. Que o tempo não termine, antes …

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