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fev 23

Que sonhar eu tenho.

pelas lentes de Thaís Nozue

Cada noite que passo sozinho torna-se uma viagem por um velho e estranho caminho. Nas alamedas repletas de folhas e galhos secos do meu universo interior, vou pisando sobre os meus sonhos derrotados, acalento porém, outros ainda não sonhados e cada sonho que arquiteto  é mais um sonho que secreto nos refolhos do meu peito, nos braços da mãe ilusão, cada sonho não parido é sonho a ser nascido dos desejos ainda em gestação, sendo cada desejo um pálido lampejo do que me vai no coração.

Que sonhar eu tenho.

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