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maio 17

Almas mortas

E de repente olho ao redor e tudo que vejo é você,

e eu que teimo em não querer,

me perco querendo te querer…

Almas mortas,

mãos opostas,

cinza e carvão,

tudo o que restou daquela paixão.

E o vento brando e frio

faz tremer as águas do meu rio,

que teima em querer se represar,

não querendo se perder

na águas de um outro e estranho mar.

 

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