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nov 25

Não dá para ser normal.

 

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Depois de anos em militância na política sindical, partidária e no movimento Espírita, cheguei a uma conclusão: Não consigo ser normal! Essa normalidade burra de censo comum e de nenhuma reflexão. Prefiro essa anormalidade sã, da preocupação e da ação fraterna, terna e solidária. Da tentativa quixotesca de produzir um mundo novo e melhor.

Essa anormalidade saudável de não se contentar com o óbvio, com o mesmo, de querer ir sempre adiante e superar os limites da mesmice.

Caminhamos todos juntos, mas cada um tem um olhar distinto, nem todos olham da mesma forma, e as vezes o que se vê é apenas o reflexo nosso na vidraça que nos protege do frio lá de fora.

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