Arquivo por mês: fevereiro 2014

fev 04

Sêde

Tenho tanta sede, e jamais poderia saciá-la pois sendo a sede minha eterna a sede me seria seria eterna a sede e assim ninguém jamais a saciaria. Apenas o teu abraço me acalenta me alimenta e me sacia.

fev 04

Inveja da chuva

Te fiz dois poemas de uma só dor e o teu silêncio epitáfio… Caí na solidão que eu mesmo construí, nunca pude lidar contigo… Vai e recebe o meu abrigo e se ainda chover e você não me escolher terei mais uma vez inveja da chuva.

fev 04

Muliere 2

A minha poetiza saiu, foi flertar com o vento com o cume da montanha, com pétalas de flores que ainda não nasceram… A minha poetiza foi-se como sempre nunca sendo minha sendo eterna como é como muitas coisas ela é. Sendo muitas e sendo uma sendo eternamente Mulier…

fev 04

Muliere

“Arrumei desculpas pra não te olhar Arrumei desvios pra não te encontrar Desarrumei os sentimentos, assim.”      http://muliere.blogspot.com.br/2014_01_01_archive.html   Em Salvador não haviam dores em mim um milhão de amores e eu via a tua maneira morena e crioula japonesa e totalmente moura de olhar o que ninguém via. Teu olhar … a mais …

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fev 04

Ceifa

Cada nó e cada noz em cada flã em cada via cada noz sempre deveria olhar para o meu indecifrável eu e eu sendo Fernando seria ainda o indecifrável valor de um ainda não eu. O meu pedido é paz e o meu solene perdão é dolo em cada palavra não dita uma poesia maldita …

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fev 04

Triste eu?

Disseste que me via em tristeza profunda, ora diga-me o novo e o inaudito que o meu real e pérfido e proscrito poema de todo meu amor seja o cadáver apodrecido e fétido e maldito sendo o pior e adoecido de tudo que eu já tenha escrito.

fev 03

A tua cupidez

  A tua cupidez me fez morrer. E na  tua ausência tudo era morbidez. Versos vãos não vão poder resignificar o meu coração.  

fev 03

Veneno

O veneno sorvido na taça do teu beijo fez-me morrer sem ser ferido sem estar doente em cama e assim mesmo a tua chama me consumiu por inteiro.  

fev 03

Taças de solidão

Todas as tuas marcas me são santas, e tantas que são que santifico o teu corpo como quem santifica o próprio chão, pois que dela o solo úmido como o teu próprio útero germinas vida em expansão tuas marcas em tua pele a mim mesmo sugere devoção. Em cada taça de vinho o pecado e …

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fev 03

Eclipse

O tempo passou rapidamente, ao te reencontrar percebo assim, bem no meio do seu olhar uma cortina de tristeza que teu sorriso fraco não conseguiu vencer. Teu corpo emagreceu e a tua expressão também, não vi na tua face aquela outra mulher muito mais sol. Talvez um eclipse temporário, ou uma chuva de verão tenha …

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