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jan 24

Trago

 

fumacaII

Respiro o veneno do teu amor
dele o sopro derradeiro
que me esvai por inteiro
em fumaça aço e dor
 
Respiro o hálito do teu olhar
dele a minha sina
o hábito e meia fina
de sempre me apaixonar
 
Respiro o meu próprio sonho
o meu último ato imoral
do belo e do medonho
da rua e do quintal
 
Respiro o teu último suspiro
nele me encontro com a morte
a vida a que me refiro
dela traçando a minha sorte.
 
 

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